"Por toda a parte vejo reinar a alegria da qual estou irrevogavelmente excluído. Eu era benévolo, bom; a desgraça tornou-me um demônio?"(Mary Shelley - Frankenstein; 1818).
Se eu devo ficar sozinho, leve com você todos os pedaços disso
Se devemos pisar em tudo o que está vivo na lembrança,
Estamos perdidos no tempo
Te ofereceria a lágrima mais pura
A gota mais doce das profundezas do meu desespero
Mas apenas vá, apenas vá
Eu ainda te ofereceria um mundo de açúcar
Com as pérolas mais brancas para enfeitar o seu ego
Te daria toda a minha razão pendurada num colar de ouro
Mas se nada te sustenta por tanto tempo
Apenas vá e me deixe morrer sozinho
Eu criaria um reino e te coroaria como Deus
Te banharia em águas perfumadas por âmbar
E como uma fênix, tudo renasceria das cinzas
E poderíamos cobrir todo o céu com o brilho
De cada pedaço do seu espelho, espalhado por esse chão
Se você deve ir, apenas vá
Me deixe dormir como um bebê atrofiado
Lançado a um vulcão já adormecido por tanto esperar
Apenas vá e deixe-me contemplar esse paraíso doloroso
Deixarei de ser a tua sombra
Deixarei de ser tua essência
A sua alma vazia
Apenas vá, e consuma sozinho cada grão dessa sua estricnina reluzente
Se devemos pisar em tudo o que está vivo na lembrança,
Estamos perdidos no tempo
Te ofereceria a lágrima mais pura
A gota mais doce das profundezas do meu desespero
Mas apenas vá, apenas vá
Eu ainda te ofereceria um mundo de açúcar
Com as pérolas mais brancas para enfeitar o seu ego
Te daria toda a minha razão pendurada num colar de ouro
Mas se nada te sustenta por tanto tempo
Apenas vá e me deixe morrer sozinho
Eu criaria um reino e te coroaria como Deus
Te banharia em águas perfumadas por âmbar
E como uma fênix, tudo renasceria das cinzas
E poderíamos cobrir todo o céu com o brilho
De cada pedaço do seu espelho, espalhado por esse chão
Se você deve ir, apenas vá
Me deixe dormir como um bebê atrofiado
Lançado a um vulcão já adormecido por tanto esperar
Apenas vá e deixe-me contemplar esse paraíso doloroso
Deixarei de ser a tua sombra
Deixarei de ser tua essência
A sua alma vazia
Apenas vá, e consuma sozinho cada grão dessa sua estricnina reluzente
- Escrevi o poema baseado nos versos: "Me deixa só / Errada e complicada / Não imponha tua mão no meu caminho / Eu prefiro amar tua distância / A morrer em outra despedida
Por Maysa e Roberto Menescal
Por Maysa e Roberto Menescal

